Em 14 de outubro de 1953, o vilarejo palestino de Qibya, localizado na Cisjordânia, era alvo de um ataque devastador conduzido pelas tropas israelenses. A operação consistia em uma expedição punitiva ordenada pelo próprio David Ben-Gurion, o primeiro-ministro de Israel. O Massacre de Qibya foi chefiado por Ariel Sharon, então um major do exército israelense e comandante da infame Unidade 101. Após bombardearem o vilarejo com morteiros, os soldados israelenses dinamitaram 45 casas com os moradores dentro. Ao menos 69 pessoas morreram durante o massacre — dois terços das quais eram mulheres e crianças. A matança causou indignação internacional e foi condenada por uma resolução da ONU, mas nenhum agente …
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