A pobreza na Argentina subiu de 28,2% para 32,3% no primeiro semestre de 2026 e passou a atingir 9,7 milhões de pessoas, informou o Instituto Nacional de Estatísticas e Censos (Indec) nesta quinta (24). É a primeira alta do indicador em dois anos, durante o governo de Javier Milei. O levantamento abrange 31 aglomerados urbanos do país. Entre as famílias pesquisadas, 2,5 milhões estavam abaixo da linha da pobreza, o equivalente a 24,4% do total analisado. O Indec considera a renda familiar e o acesso a necessidades essenciais, como alimentação, vestuário, transporte, educação e saúde, para calcular a pobreza. A instituição classifica como indigentes as pessoas que não conseguem pagar …
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