Enquanto Eduardo Cunha retorna às páginas policiais, fica demonstrado, mais uma vez, que Dilma caiu por não se dobrar aos achacadores do Parlamento A nova investigação da Polícia Federal envolvendo Eduardo Cunha lança luz, mais uma vez, sobre um dos personagens centrais da maior ruptura institucional da história recente do Brasil. Dez anos depois do golpe parlamentar de 2016, o ex-presidente da Câmara volta às manchetes sob suspeita de atuar no direcionamento de emendas parlamentares mesmo sem exercer mandato. A ironia histórica é evidente: enquanto Dilma Rousseff preside hoje o Novo Banco de Desenvolvimento (NDB), uma das principais instituições financeiras do mundo multipolar, Cunha retorna às páginas policiais. O caso também convida a …
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