Em uma matéria publicada no O Globo, a enfermeira Laura Rohe, de 51 anos, de Omaha, Nebraska, relembra como as terapias com plasma sanguíneo impactaram sua vida. Quando criança, ela enfrentava doenças constantes, como pneumonia e infecções nos seios da face. “Eu era a criança doente descansando no sofá enquanto meus irmãos brincavam”, lembra. Aos 14 anos, Laura foi diagnosticada com imunodeficiência comum variável, uma condição em que seu corpo não produzia anticorpos suficientes para combater infecções. Esse diagnóstico a colocou em risco de problemas graves no fígado, pulmões e até câncer. Mas a solução chegou por meio de infusões mensais de imunoglobulina, um medicamento derivado do plasma sanguíneo humano. …
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