O diretor de Inteligência da Polícia Federal, Leandro Almada da Costa, afastado nesta terça-feira (8) por decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), teve participação direta na resistência a uma operação proposta pelo governo de Jair Bolsonaro durante o segundo turno das eleições de 2022. Na época, Almada comandava a Superintendência da PF na Bahia. Cinco dias antes da votação, o então ministro da Justiça Anderson Torres e o diretor-geral da corporação, Márcio Nunes, viajaram ao estado e solicitaram uma atuação conjunta entre policiais federais e a Polícia Rodoviária Federal (PRF). A proposta previa o reforço de ações ostensivas em localidades nas quais Lula (PT) havia recebido …
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