Funcionárias terceirizadas do posto de identificação de Cruzeiro do Sul, que funciona na OCA acusam o coordenador de assédio sexual e moral. O coordenador nega as acusações que atribui a armação política. “Não teve nada disso, foi uma armação. Tenho sofrido, eu perdi a guarda da minha filha por conta dessa armação.” Uma das possíveis vítimas afirma que na Corregedoria de Polícia existe uma sindicância em tramitação que apura as denúncias de, pelo menos, cinco funcionárias. Segundo ela, o coordenador chegou transferido por causa das denúncias, mas foi renomeado para a função pelo novo diretor-geral da Polícia Civil. A vítima diz ter medo de continuar trabalhando com ele após as …
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