Funcionárias terceirizadas do posto de identificação de Cruzeiro do Sul, que funciona na OCA acusam o coordenador de assédio sexual e moral.
O coordenador nega as acusações que atribui a armação política. “Não teve nada disso, foi uma armação. Tenho sofrido, eu perdi a guarda da minha filha por conta dessa armação.”
Uma das possíveis vítimas afirma que na Corregedoria de Polícia existe uma sindicância em tramitação que apura as denúncias de, pelo menos, cinco funcionárias.
Segundo ela, o coordenador chegou transferido por causa das denúncias, mas foi renomeado para a função pelo novo diretor-geral da Polícia Civil.
A vítima diz ter medo de continuar trabalhando com ele após as denúncias.
O caso também foi levado ao Ministério Público e tramita na 3ª Promotoria Criminal de Cruzeiro do Sul. Segundo a promotora de Justiça Juliana Hoff, foi determinada a instauração de notícia de fato para apurar a denúncia, pois é desprovida de qualquer elemento de prova, havendo apenas o nome do policial civil, sem haver menção, sequer, ao nome das vítimas.
O delegado-geral da Polícia Civil, Henrique Maciel confirmou que a sindicância ainda está em andamento na Corregedoria e que após o policial ser nomeado como coordenador novamente não recebeu nenhuma nova denúncia contra ele.
O delegado afirmou ainda que Jonas não tem mais contato com as atendentes e que não trabalha na OCA e sim em um prédio da Polícia Civil, no Centro de Cruzeiro do Sul. Segundo ele, um supervisor direto que fica na OCA e que tem contato com as funcionárias e com o coordenador.
Fonte- Yaco News
Acre in Foco – Cobertura das Últimas Notícias do Acre Acre in Foco traz as últimas notícias do Acre, com cobertura atualizada sobre política, segurança, saúde, cultura e eventos locais. Fique por dentro de tudo
