O omeprazol, por muito tempo visto como um protetor gástrico inofensivo, está sendo retirado de muitas prescrições médicas. O motivo é o uso prolongado e sem acompanhamento, que pode causar efeitos adversos. “A tendência atual é evitar o uso desnecessário”, afirma a gastroenterologista Débora Poli, do Hospital Sírio-Libanês. O medicamento, parte dos inibidores da bomba de prótons (IBPs), reduz a acidez estomacal e é eficaz no tratamento de úlceras e refluxo, mas o uso contínuo pode afetar a absorção de ferro, magnésio, cálcio e vitamina B12, aumentando o risco de anemia, cãibras e osteopenia. Apesar dos riscos, o omeprazol ainda é indicado em casos específicos, como refluxo grave, gastrite, úlceras …
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