Por ser agressivo e rápido, o glioblastoma é um câncer difícil de tratar. Em média, pacientes vivem cerca de 15 meses após o diagnóstico Pesquisadores descobriram que o glioblastoma, a forma mais letal de câncer cerebral, não se limita apenas ao cérebro. Enquanto se desenvolve, ele também corrói o crânio, muda a composição da medula óssea e afeta o sistema imunológico. O estudo, publicado na sexta-feira (3/10) na revista Nature Nerurosciense, reforça as evidências de que o glioblastoma é uma doença sistêmica e não local. A descoberta foi liderada por pesquisadores do Montefiore Einstein Comprehensive Cancer Center (MECCC), do Albert Einstein College of Medicine, nos Estados Unidos, em parceria com …
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