Causa, no mínimo, estranheza – para não dizer perplexidade – que um relatório de Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) criada para investigar o crime organizado não tenha proposto o indiciamento de um único integrante de facções criminosas, das tantas que sabemos existir no Brasil afora. Tampouco tenha avançado sobre agentes econômicos de alta influência, mesmo diante de evidências públicas, como as reveladas na operação Carbono Oculto, que apontaram o uso de fintechs como instrumentos de lavagem de dinheiro pelo crime organizado. Uma CPI que ignora o núcleo central do problema – o elo entre o crime e seus mecanismos de financiamento – levanta uma pergunta inevitável: a serviço de quem …
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