A Polícia Federal (PF) está tratando as orgias promovidas por Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, de forma técnica, sem enfoque moral, ao investigar a participação de políticos e empresários. Segundo a PF, a simples participação nessas orgias não constitui crime, a menos que esteja relacionada a práticas ilegais, como corrupção ou tráfico de influência. O inquérito investiga se essas reuniões, que misturavam figuras públicas e privadas, tinham como objetivo criar vínculos para facilitar ilícitos, como favorecimentos indevidos. Com informações de Guilherme Amado, no PlatöBR. Segundo o DCM, embora as orgias sejam um tema sensível, a investigação tem adotado critérios claros ao avaliar a relevância criminal desses encontros. O foco …
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