O senador Carlos Viana (Podemos-MG), presidente da CPMI do INSS e coordenador da votação desta quinta-feira (27) na comissão que aprovou a quebra dos sigilos fiscal e bancário de Lulinha, teve como seu maior doador de campanha na última eleição o ruralista Celso Mânica, condenado por manter 2 mil trabalhadores em situação análoga à escravidão em suas fazendas no norte de Minas Gerais e sul da Bahia. Os camponeses viviam sob custódia do fazendeiro, dormindo amontoados em um alojamento cuja lotação máxima era de 200 pessoas, homens e mulheres dormindo juntos. Eram dadas aos trabalhadores três “refeições por dia, sendo a primeira apenas uma xícara de café”. O almoço era …
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