Com a mudança em vigor desde 1º de janeiro, preservativos e pílulas anticoncepcionais passam a ser tratados como qualquer outro produto de consumo A China começou 2026 com uma medida simbólica e controversa em sua ofensiva para reverter o colapso demográfico: desde 1º de janeiro, preservativos e medicamentos contraceptivos deixaram de ser isentos de impostos e passaram a pagar 13% de imposto sobre valor agregado (VAT) — a alíquota padrão aplicada à maioria dos bens de consumo. A mudança encerra uma isenção que vigorava há cerca de três décadas, criada durante a era em que o Estado incentivava o controle de natalidade. A informação foi divulgada pela Reuters, em reportagem …
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