Um tribunal britânico impôs um impedimento histórico ao âmago do projeto sionista e ao establishment político: declarou, em caráter vinculante, que o antissionismo é uma crença filosófica protegida por lei. Ao rejeitar integralmente o recurso da Universidade de Bristol contra o professor David Miller, o Employment Appeal Tribunal (EAT) — a corte de apelação trabalhista do Reino Unido — confirmou que Miller foi vítima de discriminação direta e demitido de forma injusta e ilegal por sustentar convicções antissionistas. O pressuposto jurídico — e também a consequência legal — da decisão é o reconhecimento de que o antissionismo constitui uma crença filosófica protegida pela Equality Act de 2010, em um entendimento …
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