Político vil, sem espinha dorsal, ligado desde tenra idade à ala podre da polícia carioca, Flávio Bolsonaro honrou o golpismo paterno ao perder a eleição presidencial para Luiz Inácio Lula da Silva. Chegou ao segundo turno da disputa por uma conjunção de fatores, sendo os principais deles a bactéria neofascista que corrói democracias pelo mundo, o analfabetismo político de metade do Brasil e a incapacidade da mídia de tratá-lo como risco real à democracia. Tivessem bom gosto musical – mas preferem aqueles insuportáveis sertanejos -, seus eleitores poderiam entoar neste momento a resignada canção de Cartola, Carlos Cachaça e Zé da Zilda intitulada “Não quero mais amar a ninguém”, a …
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