Um ex-combatente que atuou na guerra da Ucrânia relatou que corpos de soldados estrangeiros, incluindo brasileiros, muitas vezes não são resgatados e acabam devorados por animais. O baiano Rafael (nome fictício), de 38 anos, contou ao Portal A Tarde que a prática estaria ligada a um sistema que transforma mortes em ganhos financeiros para unidades militares. Segundo ele, soldados mortos sem recuperação do corpo são registrados como “desaparecidos úteis”, o que permite a continuidade de pagamentos durante o período do contrato. “O contrato é de três anos. Se não tem corpo, o soldado é dado como desaparecido. Sem corpo, não tem morto. E o comandante continua recebendo o salário”, afirmou. …
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