A hora do doido: Irã contratou psicólogos e psiquiatras para saber como lidar com Trump

A hora do doido: Irã contratou psicólogos e psiquiatras para saber como lidar com Trump

O governo do Irã contratou psicólogos e psiquiatras experientes para avaliar a condição mental do presidente dos EUA em meio as negociações de paz. Os profissionais de saúde mental tiveram a missão de ajudar os negociadores a elaborar mensagens transmitidas a Donald Trump.  A informação foi revelada ao Drop Site, uma plataforma independente de jornalismo investigativo que conseguiu de uma fonte do governo iraniano.

Os psicólogos e psiquiatras auxiliaram o conselho consultivo do Irã a entender o comportamento errático do presidente dos Estados Unidos.

O governo do Irã não foi o primeiro a duvidar da sanidade de Donald Trump

Desde antes de sua eleição de 2024, parcela expressiva da sociedade dos Estados Unidos duvidava da sanidade mental de Trump. Há nove anos,  27 psiquiatras assinaram um documento alertando a população dos EUA que Donald Trump tinha todos os sintomas de psicopatia. O texto dizia que o então candidato à Presidência mostrava sintomas de “um transtorno de personalidade grave e intratável — o narcisismo maligno”.

Uma pesquisa da Reuters  revelou que 6 em cada 10 estadunidenses concordam que ele dá sinais constantes de insanidade em vários níveis e que  30% dos Republicanos concordam com essa análise.

Em 2024, duzentos outros profissionais de saúde mental publicaram uma Carta Aberta no The New York Times na qual afirmavam que Trump é uma ameaça existencial à democracia por ser um narcisista maligno (o que explica parte das bobagens diárias que diz para estar sempre no centro das atenções). A carta aberta foi iniciativa de  um coletivo autodenominado o “Anti-Psychopath Political Action Committee”, ou “comitê de ação política anti-psicopata”.

A carta foi publicada em anúncio de página inteira do jornal The New York Times, e os profissionais destacaram que Trump é perigoso por conta dos seus “sintomas de transtorno de personalidade grave e intratável – narcisismo maligno”, o que torna o republicano “grosseiramente inapto para a liderança”.

O republicano seria “manifestamente inapto para exercer a liderança”, afirmava o anúncio de página inteira assinado pelos 200 médicos.

Recentemente os médicos voltaram a publicar o mesmo alerta: “É nossa opinião profissional, baseada em avaliações anteriores e contínuas, que o estado mental de Donald Trump se deteriorou ainda mais desde nossa declaração de 2024”, começa outra  carta que um grupo de médicos e pesquisadores da área da saúde entregou ao Congresso dos Estados Unidos em 30 de abril deste ano.

Os profissionais afirmam que têm o dever ético de “alertar para o fato de que o presidente dos EUA representa um perigo crescente para a população”. O documento foi assinado por psiquiatras, neurologistas, psicólogos e especialistas em saúde pública e mental ligados a universidades prestigiadas, como Harvard, Columbia e George Washington.

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