Sistema brasileiro alcançou cerca de 90% de identificação ao enfrentar falsificações produzidas por métodos que não conhecia; tecnologia pode reforçar a verificação de conteúdos durante a campanha de 2026 A IA da Unicamp desenvolvida para caçar deepfakes conseguiu reconhecer imagens manipuladas por técnicas que nunca haviam aparecido durante seu treinamento. Em testes com bases desconhecidas, o sistema atingiu cerca de 90% de identificação, resultado que pode transformá-lo em uma nova arma contra fraudes digitais e desinformação durante as eleições de 2026. Batizada de Open-Set DeepFake Detection, ou OSDFD, a tecnologia foi criada por pesquisadores do Laboratório de Inteligência Artificial do Instituto de Computação da Universidade Estadual de Campinas, o Recod.ai, …
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