Pesquisadora conversou com dezenas de ex-militantes da ALN que contaram suas motivações e desafios na resistência A história da resistência armada à ditadura militar brasileira (1964-1985) é frequentemente narrada do ponto de vista masculino, centrada em figuras como Carlos Marighella ou Joaquim Câmara Ferreira. No entanto, no cotidiano de organizações como a Ação Libertadora Nacional (ALN), a presença de mulheres era constante e elas desempenhavam várias funções. A pesquisadora Maria Cláudia Badan Ribeiro, doutora em História Social pela Universidade de São Paulo (USP), pós-doutora pelo Instituto de Altos Estudos da América Latina pela Universidade Sorbonne e autora do livro Mulheres na Luta Armada, avalia que a militância armada feminina subverteu não …
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