Uma saúde que lucra com a negativa de exames, cirurgias e medicamentos Segundo a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), as operadoras médico-hospitalares do Brasil tiveram lucro líquido de R$ 11,1 bilhões em 2024. Entre os fatores para o aumento do lucro estão a queda na sinistralidade (gasto com ocorrências médicas), e os incontidos aumentos de preços cobrados dos segurados. Ou seja, o caixa cresce à medida em que os clientes das operadoras têm seus pedidos de exames, cirurgias e medicamentos negados. E não se trata de exceção – trata-se de uma prática sistemática, contrária aos princípios da boa-fé objetiva, da dignidade da pessoa humana e do direito à saúde, …
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