Boliviana depõe ao Senado sobre acidente com avião da Chapecoense, em 2016

Boliviana depõe ao Senado sobre acidente com avião da Chapecoense, em 2016

Boliviana depõe ao Senado sobre acidente com avião da Chapecoense, em 2016
Boliviana depõe ao Senado sobre acidente com avião da Chapecoense, em 2016

Entre as 71 pessoas mortas, estava o médico acreano Márcio Bestene Koury, membro da delegação cuja avião caiu por pane seca próximo na Colômbia

Última atualização em 25/11/2021 12:14

A inspetora de voo Celia Monasterio, cidadã boliviana apontada como uma das responsáveis pela autorização de decolagem do avião que transportava uma delegação do time da Chapecoense, em 2026, e que caiu por pane seca em cujo acidente morreram 71 pessoas, está depondo em vídeo conferência na CPI do Senado que investiga o acidente. Entre os mortos na queda do avião que viajava da Bolívia com destino a Colômbia, estava o médico acreano Márcio Bestene Koury, então com 44 anos, membro da delegação e que foi uma das vítimas fatais.

O voo partiu da cidade boliviana de Santa Cruz de la Sierra e se dirigia a Rionegro, perto de Medellín, na Colômbia, onde a Chapecoense jogaria a final da Copa Sulamericana de 2016 contra o Athletico Nacional, equipe local. A maioria dos mortos era de jogadores, dirigentes e funcionários da Chapecoense, mas a tragédia também matou jornalistas e tripulantes da aeronave.

Celia Monasterio está presa em Corumbá (MS) desde setembro, por determinação do ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes, que também emitiu uma ordem de extradição. Inicialmente o depoimento estava marcado para semana passada, mas foi suspenso porque a Polícia Federal pediu mais documentos para a liberação judicial. Na Bolívia, Celia é considerada foragida da Justiça.

O depoimento da controladora de voo está ocorrendo de forma digital. O objetivo da CPI é apurar a situação dos familiares das vítimas do desastre. Os senadores investigam ainda os motivos pelos quais familiares ainda não receberam indenizações.

Via: ContilNet

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