“Hoje é um dia sombrio para a Turquia. O direito do público à informação está sendo cerceado por razões políticas”, afirmou o presidente da Halk TV, Cafer Mahiroglu, que reside no exterior, em um vídeo publicado no X. Ele disse que sete de seus parentes estão entre os detidos.
O Sindicato de Jornalistas da Turquia informou que 17 jornalistas continuam detidos no país. A repressão também afeta políticos da oposição e ativistas LGBTIQA+.
“Invadir uma emissora de televisão ao amanhecer e nomear um administrador é algo que só ditadores fariam. Infelizmente, foi isso que fizeram com o nosso país”, disse o líder do principal partido de oposição, Özgür Özel, em uma publicação no X.
A Anistia Internacional pediu às autoridades turcas que “restabeleçam imediatamente as operações independentes da Halk TV e ponham fim aos ataques à liberdade de imprensa”. Com informações do Estadão