Tá bom. Já deu. Perdeu, fugiu, cumpriu seu destino. Tal como o esperado.
Tão previsível…
Seus apoiadores da extrema direita fingiram surpresa e vieram a público dizer que não concordavam enquanto por dentro comemoravam. Todos, todinhos ajudaram Flávio Bolsonaro a fugir. Não por ele, mas por si próprios. A urgência era se livrar do estorvo.
Livraram-se do peso morto e já podem procurar um substituto menos vulnerável. Ou seja, com menos crimes no currículo.
A direita tradicional não cabe em si de contentamento por se livrar do vírus Bolsonaro que quase acabou com ela e tenta agora juntar seus cacos para parecer menos tosca e mais polida. Aguardemos.
Tarcísio de Freitas (Republicanos), atropelou todo mundo e já se lançou a presidente do país.
Malafaia correu dizer que não concordava com a fuga. Valdemar, o presidente do PL, também declarou que era contra. Todos foram consultados e jogaram lenha na fogueira na esperança de imolar os Bolsonaro na fogueira dos interesses escusos.
E o 01 fugiu sem olhar para trás. Sem sequer agradecer aos votos de quase metade dos eleitores que rebaixaram o estadista Lula (PT) reconhecido internacionalmente, à estatura de um miliciano qualquer.
Com um Adeus à pátria e família, o desqualificado rumou para a colônia penal da Flórida, onde vai se reunir com os outros delinquentes enquanto o Brasil avisa Trump que não aceita devolução.
Chega de falar deles.
Já foi.
Acabou.
Segue o baile.
E com outra música.
Dança comigo Brasil
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