A bomba registra uma quantidade de produto, mas na prática o consumidor leva menos Postos de combustíveis suspeitos de ligação com o PCC vêm atraindo motoristas com preços muito abaixo do mercado, mas exigindo pagamento apenas em dinheiro vivo. Especialistas alertam que essa prática dificulta a comprovação de fraudes e facilita crimes como lavagem de dinheiro. Emerson Kapaz, presidente do Instituto Combustível Legal, explica que o setor perde R$ 29 bilhões por ano com sonegação e adulteração de combustível. Segundo ele, as fraudes mais comuns estão na qualidade e na quantidade. “ A bomba registra uma quantidade de produto, mas – na prática – o consumidor leva menos. É muito …
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