Um pedido de delação premiada apresentado pelos empresários Mohamad Hussein Mourad, conhecido como “Primo”, e Roberto Augusto Leme da Silva, o “Beto Louco”, permanece sem avanço na Procuradoria-Geral da República. Ambos são apontados como principais alvos da Operação Carbono Oculto, que investiga um esquema bilionário de sonegação fiscal, lavagem de dinheiro, corrupção e fraudes no mercado de combustíveis. Os dois empresários estão foragidos. Com informações de Andreia Sadi, no G1. Segundo apuração, o pedido de colaboração está na PGR desde outubro do ano passado. O material entregue inclui documentos, mensagens de celular, gravações e comprovantes de pagamento que indicariam o repasse de mais de R$ 400 milhões a autoridades e …
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Fedeu: delação de Beto Louco cita favores a Alcolumbre em troca de benefícios na ANP
Proposta de delação entregue à PGR por empresários do setor de combustíveis detalha depósitos de R$ 2,5 milhões e mensagens atribuídas ao presidente do Senado A revista piauí revelou, em reportagem intitulada “Detalhes de uma delação inflamável”, que uma proposta de colaboração premiada apresentada à Procuradoria-Geral da República (PGR) descreve supostos repasses milionários ligados a eventos no Amapá e a tentativas de reverter sanções regulatórias impostas pela Agência Nacional do Petróleo (ANP). Segundo o material mencionado pela piauí, os proponentes da delação são o empresário Roberto Leme, conhecido como “Beto Louco”, controlador da Copape (fabricante de gasolina), e seu sócio Mohamad Hussein Mourad, o “Primo”, investigados em fraudes bilionárias no setor de combustíveis. …
Veja a Notícia Completa‘Beto Louco’ negocia delação premiada e promete entregar políticos
A Procuradoria-Geral da República (PGR) decidiu não avançar, neste momento, na proposta de delação premiada apresentada pela defesa do empresário Roberto Augusto Leme da Silva, o ‘Beto Louco’. A avaliação do órgão foi de que o material encaminhado não trouxe provas concretas capazes de sustentar acusações envolvendo pessoas com foro privilegiado, o que levou à devolução do caso à primeira instância, informa o UOL. A proposta de colaboração havia sido apresentada inicialmente ao Ministério Público Federal (MPF) no Paraná, responsável pela Operação Tank, e ao Ministério Público de São Paulo (MP-SP), que conduz a investigação conhecida como Carbono Oculto. Beto Louco é investigado nas duas frentes. Como a …
Veja a Notícia CompletaBeto Louco negocia delação e pode entregar políticos ligados ao PCC
O empresário Roberto Augusto Leme da Silva, conhecido como Beto Louco, avalia firmar delação premiada para colaborar com as investigações sobre o esquema de lavagem de dinheiro que envolve o PCC e o setor de combustíveis. O delator pretende entregar políticos envolvidos nas fraudes e preservar integrantes da facção. Beto Louco e Mohamad Hussein Mourad são apontados como líderes do grupo criminoso que atuava em toda a cadeia produtiva de petróleo, desde refinarias até postos de combustíveis. Ambos estão foragidos e teriam deixado Dubai rumo ao Líbano, segundo informações de bastidores da investigação. As conversas sobre a colaboração ainda estão em fase inicial. O empresário, que deseja retornar ao Brasil, …
Veja a Notícia CompletaPresidente do União Brasil esteve em reunião com chefe de esquema do PCC
Três fontes do ICL Notícias confirmaram que Antônio Rueda convidou executivo do setor de GLP para reunião com Roberto Augusto Leme da Silva, o “Beto Louco” O presidente do União Brasil, Antonio Rueda, atuou como intermediário em uma negociação para a venda de uma empresa de gás de cozinha ligada à dupla acusada de comandar um mega-esquema de lavagem de dinheiro que atendia ao PCC, de acordo com três líderes do mercado que pediram anonimato por medo de represálias. Conforme os relatos, em abril de 2024, Rueda convidou um executivo do setor de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) para reunião em Brasília com Roberto Augusto Leme da Silva — que …
Veja a Notícia CompletaAprenda a votar ou se lasque: Ciro Nogueira é acusado de receber propina de chefes do PCC
O presidente nacional do PP, senador Ciro Nogueira (PI) recebeu uma sacola de papelão contendo dinheiro vivo enviado a ele por Mohamad Hussein Mourad, o “Primo”, e Roberto Augusto Leme da Silva, o “Beto Louco”. Os dois são, segundo investigação da Polícia Federal, os chefes do esquema criminoso do PCC (Primeiro Comando da Capital) que envolve a gestão de fundos de investimentos na Faria Lima e fraudes bilionárias no setor de combustíveis. O fato veio a público através da entrevista de uma testemunha que teve contato direto com os dois chefes do esquema. A revelação feita ao ICL Notícias foi oficializada em depoimento à Polícia Federal (PF). A testemunha afirma …
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