Milhares de brasileiros que participaram do projeto Worldcoin, que coleta a íris humana como forma de identificação biométrica, têm enfrentado dificuldades para acessar os valores prometidos após o escaneamento. A iniciativa, que se expandiu pelas periferias de São Paulo nos últimos meses, utiliza a biometria ocular como uma “impressão digital” avançada e oferece uma quantia em criptomoedas aos participantes. No entanto, muitos deles relatam problemas com o aplicativo de suporte e dificuldades para recuperar o dinheiro. As informações são do G1. A principal queixa dos usuários está relacionada ao World App, ferramenta necessária para o cadastro e armazenamento das criptomoedas recebidas. Muitos relatam que o suporte prestado pelo aplicativo é …
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