Tag Archives: desigualdade racial

Desigualdade racial: homicídios de pessoas negras representam 77% do total de assassinatos no Brasil

Desigualdade racial: homicídios de pessoas negras representam 77% do total de assassinatos no Brasil

Com quase 90 mortes por dia, uma pessoa negra tem 2,7 vezes mais chances de ser assassinada O relatório Atlas da Violência 2026, produzido pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), aponta que o Brasil registrou 32.820 homicídios de pessoas negras em 2024, o que corresponde a 77% do total de homicídios registrados naquele ano. Os números reafirmam a persistência de um padrão estrutural de desigualdade racial na violência letal no país. Esses dados revelam que, em média, 89,9 pessoas negras são assassinadas diariamente no território nacional. A disparidade entre os grupos raciais torna-se ainda mais evidente quando se comparam as taxas …

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Educação do Acre recebe prêmio por combate à desigualdade racial no estado

Educação do Acre recebe prêmio por combate à desigualdade racial no estado

A Secretaria de Estado de Educação, Cultura e Esportes (SEE) recebeu do Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre (FPEER/AC), um prêmio pelo reconhecimento das práticas de promoção de igualdade racial. A premiação aconteceu durante o 5º Prêmio Acreano de Educação das Relações Étnico-Raciais, que aconteceu nesta segunda-feira, 20, no auditório Tadeu Mello, na Ufac. O prêmio é um reconhecimento da prática de igualdade racial promovido por diversos órgãos e instituições governamentais e não-governamentais e busca dar visibilidade aos profissionais da educação que desenvolvem trabalho relacionado a essa temática. Prêmio foi concedido aos projetos em defesa da igualdade racial no Estado. Foto: Fórum Permanente/Cedida Pela SEE, a premiada …

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Brasil pode levar quase 116 anos para atingir equilíbrio entre negros e brancos

Brasil pode levar quase 116 anos para atingir equilíbrio entre negros e brancos

Concluindo um mestrado em comunicação na UFBA (Universidade Federal da Bahia), Mariana Gomes, 24, é de uma família que foi transformada pela educação. Seu avô deixou o interior da Bahia para se tornar médico, o que estimulou a geração seguinte a ter um diploma superior e, em seguida, a geração dos netos. Cotista, ela teve a possibilidade de dividir as cadeiras da graduação com outros alunos negros. “A minha geração já tem a referência da universidade como possibilidade real de manter esse processo de ascensão e conquistar direitos básicos.” Agora, além de ver a necessidade de manter e aprimorar as políticas de acesso ao ensino superior, ela quer pensar no …

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