O empresário Roberto Augusto Leme da Silva, conhecido como Beto Louco, avalia firmar delação premiada para colaborar com as investigações sobre o esquema de lavagem de dinheiro que envolve o PCC e o setor de combustíveis. O delator pretende entregar políticos envolvidos nas fraudes e preservar integrantes da facção. Beto Louco e Mohamad Hussein Mourad são apontados como líderes do grupo criminoso que atuava em toda a cadeia produtiva de petróleo, desde refinarias até postos de combustíveis. Ambos estão foragidos e teriam deixado Dubai rumo ao Líbano, segundo informações de bastidores da investigação. As conversas sobre a colaboração ainda estão em fase inicial. O empresário, que deseja retornar ao Brasil, …
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ONG de doc da Netflix e advogados ligados ao PCC são alvo de operação
A organização, que atua no apoio a presos e egressos do sistema prisional, é suspeita de promover ações judiciais ilegítimas em nome do PCC O Grupo de Atuação de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público de São Paulo, em parceria com a Polícia Civil, realiza nesta terça-feira (14/1) uma operação contra a ONG Pacto Social Carcerário São Paulo, acusada de ligação com a facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC). A organização, que atua no apoio a presos e egressos do sistema prisional, é suspeita de promover ações judiciais ilegítimas em nome do PCC. Na operação, batizada de Scream Fake (Grito Falso, em português), 12 pessoas foram presas …
Veja a Notícia CompletaPF e MP desarticulam rede criminosa de policiais de São Paulo ligados ao PCC
Operação Tacitus investiga corrupção policial e lavagem de dinheiro envolvendo R$ 100 milhões desde 2018 Uma operação conjunta entre a Polícia Federal (PF), o Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público de São Paulo (MP-SP) e a Corregedoria da Polícia Civil nesta terça-feira (17) resultou na desarticulação de uma rede de policiais suspeitos de colaborar com a facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC). Segundo o g1, a ação foi autorizada pela Justiça, que decretou prisões temporárias, buscas e apreensões, bloqueio de contas bancárias e sequestro de bens dos investigados. O caso ganhou destaque após o assassinato de Vinícius Gritzbach, delator executado em 8 de …
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