Presidente da Câmara fez acordo com líderes partidários e anunciou que projeto que criminaliza a misoginia, aprovado no Senado, só será pautado na Casa após as eleições O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), decidiu nesta terça-feira (7) não colocar em votação, antes das eleições, o Projeto de Lei 896/2023 — o PL da Misoginia — após um acordo com líderes partidários fechado sem transparência, segundo denúncia da deputada Sâmia Bomfim (PSOL-SP). A decisão trava o avanço da proposta aprovada pelo Senado e foi celebrada por parlamentares bolsonaristas, que vinham atuando contra o texto. O anúncio foi feito no Colégio de Líderes e à imprensa, sob a justificativa de que o tema seria …
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