“Se você ajudou a sabotar o governo Bolsonaro, preocupe-se de verdade, porque eu vou estar na sua cola”, declarou Eduardo.
Embora Eduardo afirme que a proposta não seria uma perseguição política, mas uma reorganização do Itamaraty, o modelo remete a mudanças promovidas pelo governo Donald Trump no Departamento de Estado dos EUA, que foram criticadas por servidores e entidades da categoria como perseguição a opositores como forma de ampliar o controle político sobre a máquina diplomática.
Embaixador vira primeiro alvo citado
Durante o vídeo, Eduardo apresentou um áudio atribuído a um diplomata brasileiro na Espanha sobre uma suposta ajuda da embaixada para encontrar uma escola para um dos filhos de Luiz Cláudio Lula da Silva, conhecido como Lulinha, que passou a viver em Madri.
A partir desse episódio, o ex-deputado afirmou que o embaixador do Brasil na Espanha, Luiz Alberto Figueiredo, seria um dos primeiros a deixar o cargo caso Flávio Bolsonaro chegasse à Presidência.
“Certamente um dos primeiros a sair do posto será o embaixador do Brasil na Espanha”, afirmou.
Acusação de “sabotagem” contra diplomatas
Ele citou uma reportagem que relatou a atuação de diplomatas durante o governo anterior e classificou esse movimento como uma forma de sabotagem.
Segundo o ex-deputado, a mudança no ministério teria como objetivo garantir que diplomatas atuem de acordo com as diretrizes do governo eleito.
Nos bastidores, a discussão é de uma possível reforma do Itamaraty seja inspirada em mudanças feitas pelo governo Donald Trump no Departamento de Estado dos Estados Unidos. Nesse caso, a proposta envolveria alterações em critérios de promoção, distribuição de funções e metas para servidores. As informações são da Fórum