O sargento Leonardo Malaquias, também ferido, vem sendo alvo de uma campanha de doação de sangue na internet. O estado de saúde dos demais feridos não foi informado.
O caso é investigado pela Delegacia de Homicídios da Capital e pela Corregedoria Interna da Polícia Militar. O governo do Estado diz que vai prestar a assistência necessária às vítimas e aos seus familiares.
Gláucio tinha 26 anos de experiência na Polícia Militar fluminense. Ele era irmão de outro agente, o sargento Heber Carvalho, que morreu durante a megaoperação no Complexo da Penha, em outubro do ano passado.
Nas redes sociais, parentes e amigos lamentaram a morte do subtenente. “Meu pai foi meu melhor amigo, meu conselheiro, meu maior amor, meu pastor, meu exemplo, meu intercessor, meu Porto Seguro”, escreveu a filha, Laryssa Viana.
Jéssica Alves, viúva de Heber, relembrou a perda do irmão de Gláucio. “Perdi meu esposo em outubro de 2025 e hoje, no mesmo mês, no aniversário da minha filha, recebo a notícia de que perdi o meu cunhado. A nossa família não suporta mais tanta dor”, lamentou. Com informações do Estadão.