A Polícia Federal e a Receita Federal afirmam ter identificado um esquema da casa de apostas Pixbet que usava CPFs de 549 pessoas mortas, laranjas e uma empresa offshore para movimentar recursos ao exterior e reintroduzi-los no Brasil. A apuração rastreou cerca de R$ 1,5 bilhão em remessas consideradas ilegais nos últimos cinco anos. A investigação levou à operação deflagrada na quinta-feira, quando a PF cumpriu 17 mandados de busca e apreensão em cinco estados. Entre os alvos estão o empresário Ernildo Junior, dono da Pixbet, e o advogado Nelson Willians; a Justiça também autorizou o sequestro de bens de até R$ 1 bilhão. Os investigadores dizem que o grupo …
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