“O que eles chamam de disciplina é, na verdade, um regime de medo. Os alunos não são estimulados a pensar, apenas a obedecer ordens sem questionar”, critica o especialista em educação, Dioclécio Luz que destaca que a implementação do programa visa muito mais o controle social do que a melhoria do ensino. Para ele, as escolas militarizadas, adotam uma estrutura rígida e punitiva, onde a repressão substitui o diálogo e qualquer forma de expressão individual é desestimulada. Essas escolas tem um caráter seletivo que afasta alunos que fogem do padrão desejado: “Estudantes negros, periféricos e LGBTQIA+ são os mais afetados. Há casos de alunos sendo punidos por usar cabelo afro …
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