Tag Archives: UFBA

Reduto de trabalhadores negros no Cais do Porto do Rio, primeiro sindicato do país completou 120 anos

Reduto de trabalhadores negros no Cais do Porto do Rio, primeiro sindicato do país completou 120 anos

Fundado em 15 de abril de 1905, o primeiro sindicato que se tem registro no Brasil carrega um legado de lutas dos estivadores por melhores condições de trabalho. Na época, a então denominada Sociedade Resistência reuniu trabalhadores que executavam diferentes modalidades de serviço na região portuária do Rio de Janeiro. Embora a estiva seja um trabalho específica dentro das embarcações, o jargão dos trabalhadores portuários adotou a autoidentificação como estivador ou simplesmente operários do Cais do Porto. É também nesse contexto que os estivadores – hoje mais conhecidos como Arrumadores – contribuíram para a formação de uma identidade como classe trabalhadora. Segundo a historiadora Lívia Cintra Berdu, da Universidade Federal Fluminense (UFF), …

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Saúde passa a ofertar exame de carga viral de hepatite D na Fundhacre

A Fundação Hospital Estadual do Acre (Fundhcre), por meio da equipe do Centro de Infectologia Charles Mérieux, de Rio Branco, passará a fornecer, no primeiro semestre do ano, um teste quantitativo de carga viral que não se encontra disponível no Sistema Único de Saúde (SUS), para os pacientes com hepatite D (delta) do Acre e Rondônia. A ação se dá em parceria com o Serviço de Assistência Especializada (SAE) da Secretaria de Saúde (Sesacre) e apoio das universidades Federal do Acre (Ufac) e Federal da Bahia (UFBA), além da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) Rondônia “O exame tem por objetivo auxiliar no tratamento de pacientes que precisam ser acompanhados pelos médicos …

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Brasil pode levar quase 116 anos para atingir equilíbrio entre negros e brancos

Brasil pode levar quase 116 anos para atingir equilíbrio entre negros e brancos

Concluindo um mestrado em comunicação na UFBA (Universidade Federal da Bahia), Mariana Gomes, 24, é de uma família que foi transformada pela educação. Seu avô deixou o interior da Bahia para se tornar médico, o que estimulou a geração seguinte a ter um diploma superior e, em seguida, a geração dos netos. Cotista, ela teve a possibilidade de dividir as cadeiras da graduação com outros alunos negros. “A minha geração já tem a referência da universidade como possibilidade real de manter esse processo de ascensão e conquistar direitos básicos.” Agora, além de ver a necessidade de manter e aprimorar as políticas de acesso ao ensino superior, ela quer pensar no …

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