Ultraliberalização levada a cabo por Guedes e Campos Neto promoveram a “uberização” da Faria Lima, abrindo as portas para CV e PCC. Moro atuou como linha auxiliar ao abrir mão do Coaf em meio à corrupção das rachadinhas de Flávio Bolsonaro Sob a batuta de Jair Bolsonaro (PL), o Brasil não apenas abriu as portas para a explosão das fintechs. Escancarou o cofre. Sob Paulo Guedes no comando do “super” Ministério da Economia e Roberto Campos Neto no “autônomo” Banco Central, o país viveu uma combinação explosiva de desregulamentação financeira, “inovação” sem fiscalização equivalente e enfraquecimento dos mecanismos clássicos de inteligência contra lavagem de dinheiro. O resultado veio à tona …
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Elogio de Trump a Flávio Bolsonaro na hora errada vira atestado de traição
Timing é tudo nesta vida. Se Donald Trump tivesse elogiado Flávio Bolsonaro no dia em que o senador o visitou Casa Branca, teria sido a glória. Mas o presidente dos EUA resolveu exaltar o filho de Jair nas redes no momento em que ele era acusado de ajudá-lo a descer o sarrafo no Brasil, atingindo empregos, empresas e o Pix. Com isso, ele acabou passando a imagem de estar saindo em socorro de um aliado que o ajudou. Ou seja, emitiu um atestado de traição. E tudo o que o senador e pré-candidato à Presidência da República não pode, neste momento, é passar a imagem de agente infiltrado de Washington. …
Veja a Notícia CompletaTariflávio: a arquitetura dos ataques à soberania brasileira
Uma cronologia de fatos públicos revela como disputas políticas internas foram transformadas em instrumentos de pressão contra a soberania nacional A cronologia é pública. As reuniões são documentadas. As declarações foram gravadas. O que emerge desse mosaico não é uma coleção de episódios isolados, mas uma engrenagem política surpreendentemente coerente: primeiro internacionaliza-se o conflito doméstico, depois mobiliza-se uma potência estrangeira e, por fim, apresenta-se o ataque ao próprio país como prova de amor à pátria. Uma história tão improvável que, se não estivesse registrada em fotos, vídeos, entrevistas e documentos oficiais, pareceria uma sátira política. Quando os fatos começam a conversar Em julho de 2025, Donald Trump anunciou tarifas de …
Veja a Notícia CompletaTariflávio: um falso patriota bem trapalhão atuando contra o PIX
O parceiro do qual o senador diz se orgulhar tanto assume, mais uma vez, o papel de inimigo do Brasil Está na relação de clássicos do cinema mundial a comédia de 1968 estrelada pelo genial Peter Sellers, “Um convidado bem trapalhão”. A história gira em torno de um simplório ator indiano que desembarca em uma festa de figurões de Hollywood e apronta tantas trapalhadas que instala o caos, envolvendo todos os convidados. A intenção de Hrundi V. Bakshi , o personagem vivido por Sellers, é fazer tudo certo para aproveitar a oportunidade de estar no meio das estrelas, mas ele erra 100% do que tenta e o resultado é uma …
Veja a Notícia CompletaA parceria da CIA com o crime organizado
Em diversas regiões do mundo, a CIA estabeleceu alianças com organizações criminosas sempre que isso atendia a seus objetivos estratégicos A decisão do governo norte-americano de classificar o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas vai muito além de uma simples radicalização do combate ao crime organizado. Ao enquadrar essas facções sob a ótica do terrorismo, os Estados Unidos deixam de tratar o tema apenas como questão policial e passam a inseri-lo no campo da segurança nacional. A questão central passa a ser: qual será o uso político e geopolítico dessa nova classificação? Até agora, o combate ao crime organizado no Brasil tem ocorrido principalmente por meio da cooperação …
Veja a Notícia Completa“Inventaram plano de atentado contra Flávio Bolsonaro”: Presidente de torcida do Galo denuncia Allan dos Santos e vereador de BH
Em boletim de ocorrência na Delegacia de Crimes Cibernéticos, Marcelo Saad relatou ter sido surpreendido por publicações que o vinculavam a facções criminosas O presidente da torcida Força Atleticana Revolucionária, Marcelo Saad, apresentou denúncia ao Ministério Público de Minas Gerais e à Polícia Civil contra o vereador de Belo Horizonte Vile Santos (PL) e o ativista Allan dos Santos. A iniciativa ocorreu após a divulgação de uma reportagem que associava Saad a um suposto plano de atentado contra o senador Flávio Bolsonaro durante visita à capital mineira. Segundo Saad, a informação divulgada é falsa. “Inventaram o plano de atentado contra Flávio Bolsonaro. Não existe plano algum. Nunca houve. É mentira, …
Veja a Notícia CompletaTrump declara guerra ao Pix, e Lula vai jogar a bomba em Flávio Bolsonaro
O governo Donald Trump propôs ontem uma cacetada tarifária de 25% aos produtos brasileiros como punição por atos que, segundo ele, atrapalham empresas norte-americanas e listou, entre os culpados, a nossa verdadeira paixão nacional: o Pix. O governo Lula pretende associar a proposta de sanção contra o sistema de pagamento eletrônico à visita a Washington do senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência da República, na semana passada. Em julho do ano passado, os EUA haviam aberto uma investigação comercial contra o Brasil e incluíram o Pix como possível prática desleal. A razão não era o Pix ser ruim para o povo brasileiro, mas ser bom demais sem depender deles. A …
Veja a Notícia CompletaO mercado como fé e o poder como negócio
Caso Banco Master revela como o ultraliberalismo transforma a política em instrumento da acumulação privada e a desigualdade em virtude moral Fico aqui a pensar: o dinheiro talvez tenha sido uma das invenções mais revolucionárias da humanidade — para o bem e para o mal. A história da cunhagem das moedas representa um marco decisivo da organização econômica das civilizações. Antes delas, predominava o escambo, um sistema limitado pelas dificuldades naturais de equivalência entre produtos. Com a expansão do comércio, surgiram formas primitivas de valor, como sal, metais e pedras preciosas. A cunhagem propriamente dita nasceu por volta do século VII a.C., na região da Lydia, onde passaram a circular …
Veja a Notícia Completa‘Trump, interfira no Brasil’ virou o programa de governo dos Bolsonaros
O patriotismo de vitrine do clã Bolsonaro, que há anos confunde soberania com subserviência, chegou a um novo estágio: sem projeto real para o país, a família transformou o apelo por intervenção estrangeira em seu mais acabado programa de governo. Tomemos Flávio Bolsonaro. A articulação do senador para que Donald Trump incluísse o Primeiro Comando da Capital e o Comando Vermelho na lista oficial de organizações terroristas dos Estados Unidos é vendida nas redes sociais como grande vitória da segurança pública. Na prática, é um atestado de incompetência embalado como diplomacia paralela. Ao entregar a jurisdição política e policial sobre problemas estruturais do Brasil à Casa Branca, que é a …
Veja a Notícia CompletaPrimeiro Comando da Corja
O que aconteceu é muito sério. Pela primeira vez na história, o Brasil é acusado, de forma mentirosa, de abrigar “organizações terroristas estrangeiras.” Uma aparente vitória do Primeiro Comando da Corja, organização de “patriotas” dedicada, com afinco, a atacar os interesses e a imagem do Brasil. Um pessoal que detesta soberania e adora a coleira da submissão. Normalmente, seus integrantes andam em 4 patas e não têm raça discernível. Um tiro que, porém, pode sair pela culatra, pois sabe-se que essa singular e ambivalente organização teria recebido muito dinheiro de Vorcaro, sujeito que, segundo a Polícia Federal, possuía notórias ligações com facções criminosas e organizações agora tachadas de terroristas pelos …
Veja a Notícia CompletaTraição à pátria, chantagem eleitoral e irresponsabilidade socioeconômica
Expressões resumem ações de Flavio Bolsonaro e seu grupo Engana-se quem pensa que as articulações de Flávio Bolsonaro, seus irmãos e seu grupo, para que o secretário de Estado Marco Rubio incluísse o PCC (Primeiro Comando da Capital) e o CV (Comando Vermelho) como organizações terroristas, nos Estados Unidos, tenham algo a ver com Segurança Pública. Não tem! O próprio candidato já confessou que o objetivo é vencer as eleições, soltar o pai, com uma Anistia imposta pelos americanos, e garantir o livre trânsito de mentiras e calúnias nas redes sociais, sob o falso argumento de liberdade de expressão. É o que eles querem, não importa a que custo para …
Veja a Notícia CompletaA etiqueta terrorista: um álibi para Trump, um presente de Rubio para si mesmo e um agrado à cúpula das ORCRIMs
Etiqueta terrorista contra CV e PCC amplia poder de Trump e Rubio e abre riscos políticos para o Brasil Quando um governo acumula déficits de legitimidade e de popularidade, a segurança pública se converte em seu campo privilegiado de performance midiática. É a área em que o governante produz visibilidade social com seus próprios meios executivos, sem depender de outros setores do Estado, dos atores da sociedade e do mercado. Os efeitos produzidos são imediatos e bastante instagramáveis. Operações de segurança combinam sonoridades e visualidades a olhos nus. Permitem a quem pouco fez ou conquistou mostrar serviço. Preenchem, no curto prazo, o déficit de credibilidade e de autoridade do governante. …
Veja a Notícia CompletaSancionar PCC e CV: viés eleitoral e o risco de fortalecer as milícias no Brasil
A decisão dos Estados Unidos de impor sanções ao Primeiro Comando da Capital (PCC) e ao Comando Vermelho (CV) não pode ser lida apenas como estratégia de segurança transnacional. Ela carrega um claro viés eleitoral. Em ano de disputas, nos EUA e no Brasil, gestos de “linha dura” contra o crime organizado rendem capital político, projetam força eleitoral e respondem a bases eleitorais que exigem respostas simbólicas para a crises de segurança pública, incluindo a questão do fentanil e a imigração nos EUA. E, no Brasil, rendem dividendos à extrema-direita que tem parte do capital eleitoral baseada no populismo penal. O problema é que medidas espetaculares e midiáticas, pensadas para …
Veja a Notícia CompletaFlávio Bolsonaro apela a Trump contra PCC e CV, mas poupa milícia e aliados
O senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) foi às redes sociais ontem celebrar uma vitória pessoal: os Estados Unidos, sob a gestão de Donald Trump, passarão a classificar o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas. Com a terceirização da soberania, o parlamentar sinaliza que, se eleito, vai ter bandeirão sim dos EUA na avenida Paulista para celebrar a Independência do Brasil, todo o 7 de setembro, tal como a multidão bolsonarista fez no ano passado. A jogada de marketing é evidente: inflar o peito para a própria base eleitoral, agitar o pânico moral e vestir a fantasia de paladino da segurança …
Veja a Notícia Completa¿Qué está pasando en Bolivia?
Dentre as experiências com campanhas eleitorais nesses 30 anos de caminhada, as eleições bolivianas de 2019 foram, sem sombra de dúvida, as que mais me ensinaram. O povo boliviano é singular. Forjado, em sua imensa maioria, no debate político cotidiano. De um pueblito remoto aos trabalhadores das minas de prata e estanho, passando pelas mulheres campesinas das comunidades andinas, o debate é intenso, o sentimento de pertencimento a uma nação e a uma história é profundo e visceral. É essa formação política que vemos hoje dando forma e força ao movimento que há dias paralisa o país. Marchas e piquetes em vários pontos – da medialuna ao altiplano -, exigindo …
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