Dificuldades amazônicas: com rios secos alunos não conseguem chegar nas escolas; rios são a única forma de acesso

Dificuldades amazônicas: com rios secos alunos não conseguem chegar nas escolas; rios são a única forma de acesso

O nível extremamente baixo das águas impossibilita o acesso às escolas

A estiagem severa que atinge os rios acreanos, levou a Secretaria de Educação e Cultura (SEE), a reorganizar o calendário letivo em escolas de difícil acesso, localizadas em regiões onde o transporte dos alunos só é possível por meio fluvial.

Também é difícil fazer a merenda escolar chegar nas escolas de comunidades isoladas.

Em Feijó, na comunidade Vila Alves onde funciona a Escola Pingo de Ouro, no alto Rio Envira, e no Seringal Porto Rubim, onde fica a Escola Raimundo Prado, os barcos já não conseguem navegar. Isso também ocorre em aldeias como a Califórnia, onde está localizada a Escola Alto Bonito I.

“Quando o rio seca, não há alternativa de transporte. É nosso dever assegurar o direito à educação dessas crianças, reorganizando o calendário de acordo com a realidade local”, destacou o secretário de Educação e Cultura, Aberson Carvalho.

 

 

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