Escândalo da compra de 400 milhões de doses da AstraZeneca ao preço de U$ 1,6 bilhão, com pedido de propina de 1 dólar por vacina aplicada pode potencializar a ação. Veja Aqui
400 milhões de doses seriam suficientes para aplicar as duas doses de vacina anti-covid em quase toda a população do Brasil que é composta por 215 milhões de pessoas. Mas o lote foi comprado depois que 25 milhões de brasileiros já tinham recebido as duas doses.
Esse escândalo deve potencializar o movimento das organizações, movimentos sociais, parlamentares, partidos políticos e ex-aliados do governo federal, protocolam hoje um pedido de impeachment unificado contra o presidente Jair Bolsonaro, nesta quarta-feira (30).
O pedido de impeachment deve ser o 122º documentou protocolado e inclui o conjunto de crimes cometidos pelo atual presidente da República desde que tomou posse em 2019, sendo a maioria os crimes cometidos durante a pandemia, que resultaram na morte de mais de 500 mil brasileiros.
O “mega-pedido” de impeachment, reúne representantes da Frente Povo Sem Medo, a Frente Brasil Popular, o grupo de advogados Prerrogativas entre outros.
Ex-aliados de Bolsonaro, como Joice Hasselmann (PSL) e Alexandre Frota (PSDB) assinam o pedido de impeachment.
O pedido unificado faz parte de um “calendário de lutas” que inclui manifestações de rua agendadas para 03 de julho. Os protestos, segundo o grupo, podem servir como ferramenta de pressão para que o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), dê andamento ao processo de impeachment.
Foto-Folha
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