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Um jovem homossexual de Florianópolis sofreu um estupro coletivo e tortura. O rapaz de 22 anos está internado em estado grave.
Os agressores teriam obrigado o rapaz a escrever palavras homofóbicas no próprio corpo com objetos cortantes, para que ficassem cicatrizes. Durante o estupro, eles ainda teriam enfiado objetos cortantes no ânus da vítima.
O caso corre em segredo de justiça.
Após o crime, ele foi abandonado na rua em estado grave e levado ao hospital, onde permanece internado.
O Brasil é um dos países que mais mata homossexuais. Em 2020, 237 LGBT+ tiveram morte violenta no Brasil, vítimas da homotransfobia. De acordo com dados do Grupo Gay da Bahia (GGB), a cada 19 horas, uma pessoa LGBT é morta no país.
A maioria dos crimes é precedida por tortura como estrangulamento, pauladas, atropelamento, queima do corpo e descarga elétrica, entre outros.
A estimativa do GGB é que a média de vida destas pessoas não ultrapasse os 35 anos
Matéria originalmente publicada Aqui
Imagem Grupo Gay da Bahia
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