O governo de Minas Gerais vendeu a folha de pagamento do estado para o banco Itaú por R$ 2,4 bilhões
Nessas transações, o objeto dessa negociação, é o próprio servidor e sua capacidade de consumir os produtos que o banco tem para vender. Gerenciar o pagamento dos servidores de estados e municípios é rentável para os bancos que pagam caro para vencer a disputa.
A folha de uma prefeitura como a de São Paulo vale mais de R$ 600 milhões. A de um Estado pode subir para bilhões de reais. Os bancos compram dessa maneira o acesso a uma clientela numerosa, cativa, com boa remuneração e estabilidade na renda.
Após ganhar a administração do pagamento dos funcionários, rapidamente o banco consegue conceder empréstimos com baixo risco de perdas, vender seguros, planos de previdência, capitalização, empréstimos consignados e vários outros produtos. Ganha, da noite para o dia, milhares de clientes que o fazem subir no ranking do mercado.
Foto Exame
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