
As entidades que representam os caminhoneiros reuniram-se no sábado (16) e deram prazo de 15 dias para que o governo Jair Bolsonaro atenda as reivindicações da categoria. Caso contrário, os motoristas prometem parar a partir de 1º de novembro.
Entre as demandas estão o estabelecimento e cumprimento de um frete mínimo, redução do preço do diesel e revisão da política de preços da Petrobras.
Segundo eles, os caminhoneiros enfrentam dificuldades nunca vistas e piorou ao longo dos últimos 3 anos de Bolsonaro. “Nosso chamado de paralisação tem o respaldo de 1 milhão de caminhoneiros e a sociedade virá conosco”.
Os caminhoneiros também apoiam a CPI do Combustível: “É política lesiva, abuso do poder econômico contra o povo brasileiro, contra os consumidores, contra os caminhoneiros. Os preços dos combustíveis arbitrados pela Petrobras, conduzem os caminhoneiros das estradas para a garagem, junto com suas famílias”, afirmam.
Foto Veja
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