Jarude rebate liderança do MDB na Aleac e se posiciona contra nova reforma administrativa no Acre

Jarude rebate liderança do MDB na Aleac e se posiciona contra nova reforma administrativa no Acre

O deputado estadual Emerson Jarude (MDB) questionou a escolha da liderança partidária na Casa. O terceiro mais votado entre os 24 eleitos e o campeão de votos do partido que conta com três representantes na Aleac, estranhou a escolha do deputado Tanízio Sá para liderar a sigla e colocou seu nome à disposição.

“Me coloco à disposição dos meus amigos do MDB, Antônia Sales e Tanízio Sá, para que possa assumir a liderança do partido aqui para juntos que possamos conduzir os trabalhos nesta casa”, iniciou Jarude.

O líder partidário tem importantes responsabilidades no andamento das comissões e das votações no Plenário, além de exercer papel fundamental na articulação política e na unificação do discurso partidário. Emerson Jarude tem sido enfático ao declarar que fará um mandato em que haja liberdade de legislar a favor da população.

“Fico muito feliz que a população do Estado do Acre tenha me dado a terceira maior votação e também grato ao partido por me dar a possibilidade de conduzir trabalhos que vão ajudar nossa população, como a condução do diretório municipal de Rio Branco e da Fundação Ulysses Guimarães, e sem dúvidas tudo isso é fundamental para que possamos avançar cada vez mais e lembrando ainda que nas últimas eleições tive a felicidade de apoiar candidatos emedebistas, desde a presidência com a candidata Simone Tebet, a nossa candidata ao Governo Mara Rocha, nosso deputado federal Flaviano Melo, e assim tem sido, por isso me coloquei  à disposição para decidirmos juntos [a presidência do MDB”, completou.

Jarude disse ainda ser contra uma nova reforma administrativa por parte do governo, uma vez que isso acaba “inchando” a máquina pública. Ele destaca que o executivo precisa investir no servidor público e na economia.

“Está prevista mais uma reforma administrativa por parte do governo e tenho defendido o inverso, que possamos diminuir o inchaço da máquina pública. O executivo precisa fazer uma escolha e ela tem que ser o servidor público através de concurso. Sou contra qualquer projeto para aumento de cargo comissionado. O investimento deve ser voltado para o desenvolvimento e economia”, pontuou.

 

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