Execuções com fuzil à luz do dia: como o age bando do Magrelo que peita o PCC em SP

Execuções com fuzil à luz do dia: como o age bando do Magrelo que peita o PCC em SP

Bando do Magrelo, com base em Rio Claro, seria responsável pelo assassinato de pelo menos 30 integrantes da maior facção do Brasil

A disputa pela hegemonia criminosa em Rio Claro, no interior de São Paulo, que opõe o Primeiro Comando da Capital (PCC) contra uma violenta quadrilha local, conhecida como Bando do Magrelo, já deixou rastro numeroso de mortes na região. Segundo a polícia, o grupo liderado por Anderson Ricardo de Menezes — o Magrelo — é conhecido pela truculência, com ataques à luz do dia e uso de armamento pesado.

Investigações do Ministério Público de São Paulo (MPSP) apontam que o Bando do Magrelo é responsável pelo assassinato de pelo menos 30 integrantes do PCC. A rivalidade é motivada pela disputa da rota do narcotráfico na região de Rio Claro, que movimenta milhões de reais todos os meses — o MPSP identificou que o bando comercializa drogas em, ao menos, oito cidades.

Magrelo já se intitulou como “o novo Marcola”, referindo-se a Marco Willians Herbas Camacho — o principal líder da maior facção do Brasil. Teria partido dele a ordem para a execução sumária dos integrantes do PCC.

Metropoles

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