A barba branca e o traje vermelho não foram suficientes. Thomas Allen Hicks, aposentado que passava os fins de ano emprestando o rosto para o personagem mais gentil do calendário, foi algemado pela polícia da Flórida depois de cair em uma cilada montada por investigadores especializados em crimes contra criança.
A menina que nunca existiu
Hicks tem 68 anos. A menina com quem ele acreditava estar negociando um encontro sexual tinha, supostamente, 13. Ela nunca existiu.
Do outro lado da conversa online estava um policial disfarçado. O agente se apresentou como pai da adolescente e, ao longo das trocas de mensagens, colheu detalhes suficientes para fundamentar a prisão.
A chegada que virou detenção
Quando Hicks deixou sua casa em direção ao endereço combinado, as viaturas já o esperavam. Nenhuma criança foi exposta.
A operação seguiu um protocolo cada vez mais comum entre forças de segurança americanas: criar personagens fictícios em ambientes digitais para identificar suspeitos antes que o crime se consume.
O Papai Noel e o suspeito
O que distingue o caso é o contraste entre a imagem pública cultivada pelo suspeito e o que as investigações revelaram. Para famílias da região, ele era o Papai Noel das festas de fim de ano. Para os agentes, mais um nome em uma lista que não para de crescer. Com informações do Estado de Minas
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