As dívidas estariam distribuídas entre: Empresa de Comércio de Granitos e Mármores, com mais de R$ 666 mil em débitos – o número da besta; e Empresa de Locação de Bens Móveis e Serviços, com mais de R$ 386 mil em débitos.
As pendências incluem obrigações ligadas à Previdência Social e ao Simples Nacional, conforme consultas a registros empresariais e ao portal Dívida Aberta.
O episódio ocorreu em uma caminhada bolsonarista na Barra da Tijuca. As imagens mostram um homem usando símbolos associados ao PT, sendo conduzido por corrente.
A cena levou à abertura de investigação pela Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi) para apurar possível racismo.
O Ministério da Igualdade Racial solicitou providências ao Ministério da Justiça e à Procuradoria Regional Eleitoral do Rio, destacando a associação histórica da imagem de uma pessoa negra acorrentada com a escravidão.
Após a repercussão, o bolsonarista afirmou nas redes sociais que a ação era uma “sátira política”, negou intenção racista e pediu desculpas a quem se sentiu ofendido.
O Tribunal Regional Eleitoral do Rio informou que analisaria as imagens, e a Polícia Civil segue investigando o caso.