A cartilha “Violência Sexual contra Meninas e Meninos” está na quinta edição. A intenção da deputada federal e idealizadora do projeto, Perpétua Almeida, é tornar mais acessível a identificação e o combate às situações de abuso e exploração sexual. Em parceria com o Ministério Público do Acre, o Conselho Tutelar e a Secretaria de Segurança do Acre, a parlamentar realizou neste sábado, 14, uma palestra sobre violência sexual na Escola Padre Diogo Feijó, em Rio Branco. Ao todo, cinco turmas de meninas e meninos entre 14 e 15 anos participaram da palestra. “Queremos servir de fonte de informação para que as vítimas saibam identificar os abusadores, aliciadores e suas …
Veja a Notícia CompletaTag Archives: escolas
Governo autoriza 52 ‘escolas fake’ no Piauí de Ciro Nogueira; 99 estão paradas
A maior parte dos contratos para as obras foi fechada com prefeituras piauienses comandadas pelo Pro...
Veja a Notícia CompletaProjeto regulamenta o descarte por escolas dos livros didáticos usados
Proposta quer incentivar a reutilização desse tipo de material escolar
Veja a Notícia Completa83% de transexuais sofreram agressões nas escolas no Rio, diz pesquisa
Os dados mostram que um a cada três entrevistados faz apenas uma refeição por dia ou menos, e que 72...
Veja a Notícia CompletaMPF recomenda alteração de nome de duas escolas do município de Rio Branco que homenageiam pessoas ligadas à ditadura
Recomendação idêntica já foi acatada pelo governo do Acre para renomear sete escolas estaduais O Ministério Público Federal (MPF) recomendou à Secretaria Municipal de Educação (SEME) de Rio Branco/AC que institua comissão técnica para promover a mudança nas nomenclaturas de duas escolas municipais cujos nomes homenageiam agentes públicos ou particulares que notoriamente tiveram comprometimento, direto ou indireto, com a prática de graves violações do regime civil-militar. As escolas municipais que devem ser atingidas com a medida são Escola Terezinha Kalume e Escola Dr Zaqueu Machado. O Governo do Acre, por meio de sua secretaria própria, já acatou recomendação semelhante e irá alterar o nome de outras sete escolas estaduais. Segundo …
Veja a Notícia CompletaComissão promove debate sobre ensino técnico nas escolas
Deputados vão ouvir diretores de escolas do DF
Veja a Notícia CompletaDeclarações de Márcia Bittar sobre ensino de “normalização” de pedofilia, incesto e zoofilia causam revolta. Vídeos
Em entrevista à TV Juruá, Márcia Bittar disse que as escolas incentivam as alunas a considerarem normal relações sexuais com os pais, com animais e o uso de drogas. As declarações provocaram uma enxurrada de protestos. O ex-reitor e professor Minoru Kinpara (PSDB), publicou um vídeo contestando. Kinpara não cita o nome da pré-candidata ao Senado, mas o endereço é certo. O Sinteac anunciou um processo coletivo contra Márcia Bittar por danos morais, calúnia e difamação O advogado Sanderson Moura reagiu no Facebook: “Márcia Bittar, que se autointitula professora, recentemente declarou que “as escolas ensinam os alunos a acharem normal os filhos fazerem sexo com os pais e com …
Veja a Notícia CompletaPesquisadores apontam riscos nas escolas e defendem distribuição de máscaras
Na avaliação dos pesquisadores, a precaução é necessária porque a maioria dos governos abandonou med...
Veja a Notícia CompletaProposta cria política nacional de atenção psicossocial nas escolas
Muitos adolescentes tiveram problema de saúde mental durante a pandemia O Projeto de Lei 3383/21, do Senado, institui a Política Nacional de Atenção Psicossocial nas Comunidades Escolares, para atenuar impactos da pandemia de Covid-19 na saúde mental de professores, funcionários, estudantes e familiares. O texto está agora em análise na Câmara dos Deputados. Em cada unidade de ensino deverá ser constituído o Comitê Gestor de Atenção Psicossocial, com a participação da comunidade escolar e de representantes da atenção básica na localidade. Pelo texto, será facultada a participação dos serviços de proteção social básica do Sistema Único de Assistência Social (Suas). Autor do projeto, o senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) citou estudo …
Veja a Notícia CompletaProjeto equipara escolas de pedagogia da alternância (Ceffas- instituições comunitárias), a instituições oficiais de ensino
Centros educativos seguem metodologia voltada para filhos de agricultores familiares
Veja a Notícia CompletaComissão aprova programa nacional de vacinação em escolas
Objetivo é ampliar cobertura vacinal entre crianças e adolescentes em idade escolar
Veja a Notícia CompletaMPF recomenda mudança de nomes de escolas acreanas que homenageiam pessoas ligadas à ditadura militar
Sete escolas da capital devem ser impactadas com a medida O Ministério Público Federal (MPF) recomendou à Secretaria de Estado de Educação, Cultura e Esportes do Acre (SEE/AC) que institua comissão técnica para promover a mudança nas nomenclaturas de sete escolas estaduais, localizadas em Rio Branco, que homenageiam agentes públicos ou particulares que notoriamente tiveram comprometimento, direto ou indireto, com a prática de graves violações do regime civil-militar. As escolas estaduais que devem ser atingidas com a medidas são: Capitão Edgar Cerqueira Filho, Aracy Cerqueira, Jorge Kalume, Georgete Eluan Kalume, Agnaldo Moreno, João Batista Aguiar e Marechal Humberto de Alencar Castelo Branco. Segundo o procurador regional dos Direitos do Cidadão, …
Veja a Notícia CompletaAgora é Lei : escolas terão que fornecer absorventes higiênicos às alunas
A Lei nº 3.795, de 27 de outubro de 2021, aprovada pelos deputados estaduais e sancionada pelo governo do Estado, obriga as escolas públicas do Acre a oferecerem absorventes a alunas da rede pública, promovendo assim o combate à pobreza menstrual em todo Estado. Ao permitir o acesso das alunas ao uso gratuito do absorvente, ...
Veja a Notícia CompletaProjeto obriga escolas a notificar ocorrência de gravidez em alunas menores de 14 anos
Pelo Código Penal, manter relação sexual com menor de 14 anos é considerado estupro de vulnerável
Veja a Notícia CompletaCampanha contra abusos na taxa de energia dos acreanos chega nas escolas de Rio Branco
Organizadores do Movimento Popular Contra os abusos da Energisa no Acre, ganham cada vez mais força na guerra para cobrar dos órgãos de controle uma medida contra os atos suspeitos da Energisa. Com reforço na coleta de assinaturas de servidores da educação, os mesmos querem reforçar a mobilização da sociedade. O objetivo da campanha é chamar atenção para os altos preços cobrados na conta dos consumidores, além de cobrar ações de fiscalização dos atos da energisa. Ao final do Movimento de coleta de assinaturas, a idéia é entrar com ação Civil Pública através da Defensoria Pública do estado. Além das escolas, o movimento percorre Praças, Parques e Mercados de Rio …
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