O governo do estado deve mais de R$ 5 milhões à empresa de vilância Protege.
Os 180 vigilantes que fazem a segurança dos hospitais do Acre, entre eles o Pronto Socorro de Rio Branco, o Into e as Upas, foram informados no dia 10 de julho que a empresa rescindiria o contrato com a Secretaria de Saúde por causa da dívida. Em consequência todos eles seriam demitidos.
A Sesacre apresentou uma proposta de quitação parcial da dívida que não foi aceita pela empresa que queria uma garantia de pagamento do restante do débito.
No dia 27 de julho, um grupo de vigilantes cercou o governador Gladson Cameli (PP) em Cruzeiro do Sul para tentar arrancar dele um compromisso. Disseram à Gladson que confiavam nele e que se ele dissesse que ajudaria eles acreditariam. E que totalizavam 180 pais de família que precisavam dos empregos para levar o pão para os filhos. Apesar da pressa porque: “precisava pegar o vôo para ir à Brasília para a posse de Ciro Nogueira (PP)”. Gladson sentou com os vigilantes. Ao grupo, o governador prometeu resolver a questão. A promessa não foi cumprida e os vigilantes devem iniciar os exames demissionais na segunda-feira (02), data em que também está marcada uma nova reunião da categoria.
A nomeação de Ciro Nogueira como ministro da Casa Civil foi publicada no Diário Oficial do dia 28, mas a solenidade de transmissão de cargo está marcada para a tarde da próxima quarta-feira (04). Ou seja, a pressa para pegar o vôo para Brasília não se justificava.
Foto G1
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