Ao tomarem conhecimento dos projetos sancionados pelo governador os professores viram que nada os beneficiaria.
A Educação realizou uma greve de mais de um mês, entre maio e junho deste ano. O fim da greve foi negociado em 11 propostas duramente criticadas pelo deputado Daniel Zen (PT), porque a maioria já é Lei e o resto era o óbvio, como colocar álcool em gel nas escolas. Até o anunciado auxílio informática já havia sido solicitado tanto por ele quanto pelo deputado Dr Jenilson.
O auxílio informática, sequer foi enviado para a Assembleia Legislativa e o auxílio-alimentação está previsto para 2022.
O “projeto informática” previa a aquisição de computadores e pacote de internet para os professores que há um ano e meio estão trabalhando com seus próprios meios.
Durante a greve, os professores manifestaram indignação em relação às promessas de campanha não cumpridas. Chegaram a abrir uma faixa na ponte metálica chamando o governador de “fanfarrão”.
E tiveram um bate-bocas com Gladson Cameli (PP), na frente da Casa Civil. Leia Aqui
Gladson sancionou o Auxílio Temporário de Emergência em Saúde e da Segurança Pública para os funcionários que atuam diretamente no combate à pandemia, inclusive para oficiais e delegados. Com o esquecimento da Educação a indignação cresceu: “Esse governo não gosta mesmo da educação”.
Foto- Notícias da Hora
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