Alta da cesta básica é generalizada e alimentos ficam ainda mais caros

Alta da cesta básica é generalizada e alimentos ficam ainda mais caros

Está cada vez mais difícil a população de baixa renda comprar o mínimo necessário para a sua subsistência com a alta generalizada dos preços dos itens que compõem a cesta básica no país. Segundo a pesquisa do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), divulgada nesta segunda-feira (7), o valor da cesta básica subiu em outubro.

O trabalhador remunerado pelo salário mínimo (R$ 1.212) comprometeu 58,78% da renda líquida para comprar os alimentos básicos – o percentual cresceu tanto na comparação mensal (58,18%) como na anual (58,35%).

Os maiores vilões da alta foram o preço da batata que subiu em todas as cidades da região Centro-Sul, onde é pesquisada. Já o do tomate aumentou em 13 das 17 capitais. O pão francês teve alta em 12. O menor valor da cesta foi levantado em Aracaju (R$ 515,51).

O Dieese calcula que o valor do salário mínimo necessário para enfrentar as despesas básicas de uma família de 4 pessoas teria que ser de 6.458,86 reais. Atualmente é de R$ 1.212.

Fonte- Jornal GGN

Imagem- Jornal de Brasília

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