Força Nacional do SUS auxilia o enfrentamento aos impactos das queimadas e seca extrema no Acre

Força Nacional do SUS auxilia o enfrentamento aos impactos das queimadas e seca extrema no Acre

“A equipe da Força Nacional e da Sala Nacional de Observação de Crise está disponível para fazer a checagem in loco, para viabilizar um diagnóstico mais transparente da situação, e a experiência e a expertise que eles vêm trazendo é fundamental para o estado nesse momento”, concluiu a secretária adjunta de Atenção à Saúde da Sesacre, Ana Cristina Moraes.

Foram apresentados pelo Departamento de Vigilância em Saúde dados coletados por meio do constante monitoramento da equipe, que reforçam o agravo na poluição atmosférica decorrente das queimadas e incêndios florestais nos municípios do estado do Acre, assim como as ações desenvolvidas para mitigar as condições de seca e estiagem e as estratégias da saúde para atender e controlar doenças infecciosas e reduzir a ocupação de leitos.

O coordenador da Sala Nacional de Situação para as Emergências Climáticas do Ministério da Saúde, Marco Horta, destacou que a sala foi iniciada no mês de julho com o objetivo de identificar e acompanhar as emergências climáticas nos estados, prestando assistência aos prioritários.

“Viemos identificar, em participação com o Estado, quais são as áreas prioritárias nesse momento, para retornarmos com ações voltadas especialmente para estes municípios que estão em isolamento, compreendendo quais são as necessidades das comunidades ribeirinhas, comunidades indígenas, como também a eficiente entrega de insumos”, explicou o coordenador.

Visitas aos municípios Acrelândia, Marechal Thaumaturgo, Tarauacá e Cruzeiro do Sul, além da capital Rio Branco, estão definidas na programação da equipe.

A colaboração entre a Secretaria de Estado de Saúde do Acre, o Ministério da Saúde e a Força Nacional tem sido fundamental para enfrentar os desafios impostos pela seca e pela estiagem nos municípios acreanos.

As visitas técnicas realizadas por essas instituições permitiram uma compreensão mais profunda das necessidades da população e a implementação de medidas eficazes para mitigar os impactos das condições adversas e do agravamento das fumaças.

Essa ação integrada não apenas fortalece a capacidade de resposta às crises emergenciais, mas também promove a coordenação entre diferentes níveis de governo e organizações, garantindo que a assistência chegue de forma mais eficiente e direcionada às áreas mais necessitadas.

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