Diretora de presídio feminino é acusada de tortura e Iapen se pronuncia em  Nota Pública

Diretora de presídio feminino é acusada de tortura e Iapen se pronuncia em  Nota Pública

 

“O governo do Acre, por meio do Instituto de Administração Penitenciária (Iapen), diante de denúncias apresentadas contra a diretora do presídio feminino de Rio Branco, informa que toda e qualquer medicação só é entregue às presas mediante prescrição médica e, portanto, não há uso indiscriminado desses itens. Ações de saúde também são realizadas de forma rotineira, assim como atendimento social, psicológico e psiquiátrico.

Quanto à ressocialização, o presídio feminino tem se destacado em relação à grande quantidade de programas desenvolvidos no local, bem como pelo número de participantes, chegando a um quantitativo de mais de 90% das detentas da unidade envolvidas em projetos voltados para a jardinagem, costura e artesanato.

Em desenvolvimento, com a parceria e acompanhamento do Tribunal de Justiça do Acre, destacam-se também no presídio feminino de Rio Branco o projeto Entrelinhas, que ensina às mulheres a arte do crochê; o Kit Primeira Entrega, que oferece itens pessoais e essenciais às recém-chegadas na unidade; o Televisita, que visa propiciar o contato a distância com familiares, por meio de chamadas de vídeo; e o Salão-Escola, que oferecerá qualificação profissional na área da beleza a partir do dia 1º de novembro.

Além de atividades voltadas para a área profissional, as detentas também têm acesso à educação, com aulas regulares e projetos de leitura.

O Iapen ressalta que todas as detentas têm os mesmos direitos de participar das atividades da unidade, sem qualquer distinção.

Marcos Frank Costa
Presidente do Iapen”

Acusações

A diretora do presídio feminino Francisco de Oliveira Conde, em Rio Branco, Maria Dalvani de Azevedo, foi acusada de infligir maus-tratos e praticar  tortura física e psicológica contra as detentas.

Entre as denúncias está a administração indiscriminada de medicamentos controlados, e a consequente morte da presa Liane Gomes das Chagas, ocorrida  neste mês. Segundo as detentas outra presa está internada em estado grave.

As denúncias foram enviadas ao juiz Hugo, da Vara de Execuções Penais de Rio Branco.

 

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